Direito e Literatura – Mundos em Diálogo

Authors: Helena Buescu, Cláudia Trabuco e Sónia Ribeiro
Publisher: Almedina
Year: 2010

DIREITO E LITERATURA – Mundos em Diálogo

The paths of literature and law meet, cross each other, and many times are mixed in the permanent world building trace they pursue. Despite their methodological and epistemological differences, Literature and Law mean two ways to act on the human through language and discourse. 

A common premise emanates from literary and juridical activity: Law and Literature share the desire of world building, they both create a new order and act on the human dimension – and this book is a proof of that.

 

CONTENTS

Introdução

PARTE I

Direito e Literatura – Um diálogo em construção

  • Jeanne Gaakeer, “O negócio da Lei e da Literatura: criar uma ordem, imaginar o homem”
  • Richard Weisberg, “Direito e Literatura enquanto sobreviventes”
  • Helena Buescu, “Migração e Humanidade: W. G. Sebald, Os emigrantes
  • Maria de Lurdes Sampaio, “O Género policial como género ambivalente: casos de restauração da ordem à revelia da legalidade”
  • Ricardo Gil Soeiro, “Justiça Hiperbólica: As Lágrimas e as Orações de John Caputo”

PARTE II

Direito e Literatura – Retóricas comunicantes

  • Ana Isabel Soares, “Interpretar ou produzir presença”
  • Jorge Coutinho de Abreu, “Literatura jurídica? (Impressões de um leitor)”
  • Jeffrey Childs, “Entre a Literatura e a Lei: os Fins de Billy Bud
  • Francisco Serra Lopes, “A ilusão etária: a criança na retórica do direito e da cultura visual”
  • Maria Mendes, “Ordálias Medievais e Interpretação Literária”
  • Elisabete Marques, “Testemunho: Diante da lei

PARTE III

Cenários para um encontro interdisciplinar

  • Julie Stone Peters, “A boa e a má performance legal”
  • Karen-Margrethe Simonsen, “Globalizando os Direitos Humanos. Sobre Bartolomé de las Casas e o Discurso sobre o Novo Mundo”
  • Ditlev Tamm, “Clássicos da Lei, Conquista da América e o Derecho Indiano Colonial”
  • Shulamit Almog, “Crimes Passionais, Crimes de Compaixão, Narrativas e Direito”
  • Mônica Sette Lopes, “A imagem do direito e da justiça no Machado de Assis cronista”
  • Tiago Aires, “Os direitos e as leis em Os Dois Irmãos, de Germano Almeida, e Quantas Madrugadas Tem a Noite, de Ondjaki”

PARTE IV

Institutos jurídicos na literatura portuguesa

  • Fernanda Palma, “Crime e Literatura”
  • Carlos Ferreira de Almeida, “Propriedade e contrato na obra de Júlio Dinis”
  • Cláudia Trabuco, “O direito de autor nas primeiras obras de ficção de Camilo Castelo Branco”
  • João Dionísio, “Epikeia”
  • Natália Nunes, “Direito canónico vs amor cortês nas cantigas de amor galaico-portuguesas”